Quarta-feira, 30 de Maio de 2012

CENSURA

Retira-se a Moção mas a Censura a este Governo é permanente, como é óbvio.



Esta Moção de censura surge por vontade do povo da Madeira e do Porto Santo que deseja um futuro diferente e melhor e não se conforma com um presente sem futuro e sem esperança.

Três eixos centrais da Moção de Censura:

Ocultação da dívida;

A Mentira antes das eleições;

Plano de Ajustamento Financeiro;



Ocultação da dívida

Há um crime político contra os Madeirenses - ocultação da dívida; uma dívida ocultada pelo Governo PSD, com proporções colossais, insuportável do ponto de vista das finanças públicas, e sem que a nossa terra, empresas e famílias tenham capacidade de pagar tamanho erro político e financeiro.

Quando a “Troika” veio ao Pais, se o Governo Regional tivesse sentido de Estado teria obrigatoriamente mostrado as contas para que fossem incluídas na dívida do pais e não recaíssem somente nos ombros dos Madeirenses e Porto-santenses, numa tripla austeridade. É por falta de sentido de Estado do Presidente do PSD, Alberto João Jardim que a nossa consolidação requer o triplo esforço; 13%, face à consolidação Nacional, que é de apenas 4,5%.

Hoje o nosso esforço orçamental seria igual ao do país se Alberto João Jardim e PSD tivessem colocado nas mãos do Estado e da “Troika” a nossa dívida. A lógica de colocar o interesse do PSD acima do interesse dos Madeirenses e porto-santenses é criminosa, não tem perdão e merece um castigo exemplar ao PSD e a Alberto João Jardim.

No passado sábado a imprensa começou a desvendar a dívida oculta, com base num relatório do Tribunal de Contas. Pasme-se! A verdade é que essa dívida começou a ser feita quando o Governo em Lisboa era do PSD/CDS-PP, com Durão Barroso primeiro e Santana Lopes depois como Primeiros-ministros, coadjuvados por Paulo Portas. Tal ocorreu muito antes da Lei de Finanças Regionais aprovada em 2007. O argumento de que a dívida oculta tinha sido feita por causa da Lei de Finanças de 2007 e por causa de José Sócrates cai por terra. Mais uma mentira de Alberto João Jardim.

O PSD e Alberto João Jardim assumiram que ocultaram a dívida, esta matéria sendo do foro político pelas consequências em cima dos Madeirenses e Porto-santenses, são também do foro criminal e as responsabilidades criminais devem ser assacadas doa a quem doer, porque hoje os Madeirenses e Porto-santenses clamam por justiça.

1878 faturas ilegais, feito nas costas dos Madeirenses que correspondem 1010 Milhões de Euros, sendo 404 Milhões de Euros de juros, de 12 empreiteiros. Perante isto vê-se um Governo que cometeu este crime numa atitude de “papo cheio” que se passeiam pela Madeira e pelo Porto Santo impunemente. Não têm vergonha!

Não podem ser os Madeirenses e Porto-santenses a pagarem os erros do PSD-Madeira, para mais sendo o Primeiro-Ministro de Portugal do mesmo partido que cá na Madeira e Porto Santo desgraçou as nossas vidas.



A Mentira antes das eleições

A dívida oculta foi descoberta antes das eleições. Todos passamos a ter conhecimento da colossal dívida que o PSD fez sem autorização deste Parlamento, logo ilegal, nas costas do povo, logo sem legitimidade democrática.

Mas tal não bastou. O PSD-M mentiu para ganhar eleições, o candidato a Presidente do Governo mentiu a todos os Madeirenses e porto-santenses, logo não tem hoje qualquer legitimidade para Governar. Mas também quem foi eleito, como foram os deputados do PSD, com base na mentira, hoje não representam nenhum madeirense ou porto-santense. Representam-se a si próprios que é o mesmo que dizer que nada representam.

O candidato do PSD disse aos Madeirenses “ não haverá aumento de impostos”. Hoje todos os Madeirenses tiveram um colossal aumento de impostos, pagamos mais que qualquer cidadão do continente ou dos Açores. Hoje, apesar da insularidade, são os Madeirenses e Porto-Santenses que mais impostos pagam em todo o País.

Temos os combustíveis mais caros do Pais - 15% aumento;

Temos o IVA mais alto do país, 22%, valores que nos colocam como os consumidores que pagam mais caro por qualquer produto.

Aumentaram o IRS, para patamares nunca vistos numa região ultraperiférica;

Aumentaram o IRC para as empresas matando a sua competitividade, adicionando aos problemas das empresas mais custos, abrindo a porta às falências;

Como se tal não bastasse, deram ainda cabo do CINM, tributando os dividendos das empresas e taxando os juros das contas no CINM.

Alberto João Jardim e o PSD disseram “não haveria cortes nos direitos dos trabalhadores da administração pública”, mas perderam o subsídio de férias e natal e o subsídio de insularidade.

Antes das eleições o PSD e Alberto João Jardim mentiram porque afirmaram que não iriam despedir pessoas da Administração pública, o que se chamam então à dispensa de quem estava a contrato e a recibo verde como ainda a semana passada aconteceu com 50 pessoas? Ir para o desemprego não é uma oportunidade. É uma desgraça e um estigma.

Disseram que estavam em melhores condições para negociar com lisboa. Veja-se o Plano de Ajustamento Financeiro negociado com Lisboa. Um autentico massacre fiscal e que se revela ser um fracasso, causando problemas atrás de problemas. O PAEF não é nem nunca foi solução.

A palavra de Jardim não vale nada! Haverá ainda um único Madeirense ou Porto-santense que acredite na palavra de Alberto João Jardim e do PSD?

A MENTIRA  é tão grave que tirou a credibilidade negocial do PSD-Madeira para qualquer negociação. Viu-se na negociação com o Governo da República do Plano de Ajustamento Económico e Financeiro.



Plano de Ajustamento Financeiro

Depois de terem traído os Madeirenses com a ocultação da dívida, como corolário o PAEF foi a traição à Autonomia e à luta dos Madeirenses durante séculos.

Venderam a autonomia, de defensores da Autonomia passaram a carrascos da autonomia e do nosso povo.

Quem ler o PAEF sabe que as medidas hoje em execução são o início de novas medidas que serão implementadas cujo efeito é lançar a Região na miséria, somando desgraça em cima de desgraça, subtraindo impostos aos bolsos das famílias e das empresas, lançando empresas na falência, e milhares de Madeirenses e Porto-santenses no desemprego e para a emigração.

Este Plano de Ajustamento é o Plano de Jardim, definido por ele e pelos seus pares e assinado unicamente pelo seu punho.

Essa assinatura corresponde aos últimos 10 anos de Governação de dívida oculta, irresponsável e criminosa.

Quem já se esqueceu dos discursos nas inaugurações, nós estamos a aproveitar fundos europeus, estas verbas vêm da Europa, os Madeirenses e Porto-santenses não irão pagar um tostão. Quem já se esqueceu dos discursos “ o povo que trate das oposições eu trato da dívida”. Hoje o que assistimos é que o PSD e Alberto João Jardim quer tratar das oposições mas manda a dívida para cima do povo. Agora mudam de discurso, o que estão na verdade a dizer é que paguem os Madeirenses e Porto-santenses os erros (do Governo Regional e do PSD). Os Madeirenses e Porto-santenses que sofram. Os Madeirenses e Porto-santenses que vão para o desemprego. Os Madeirenses e Porto-santenses que emigrem. Os Madeirenses e Porto-santenses que voltem à terra para a agricultura de subsitência. É este agora o discurso do PSD-Madeira. É esta a realidade que o PSD-M lança sobre os Madeirenses e Porto-Santenses.

 A obra deste Governo está à vista de todos – falências de empresas todos os dias;

Milhares de Desempregados, 22.000 inscritos no centro de emprego, 45% dos nossos Jovens no desemprego;

Milhares de jovens e menos jovens a serem expulsos da Madeira e Porto Santo para as terras da emigração;

Entrega de casas ao banco, nestes 3 meses de 2012, já foram entregues à banca mais casas que durante todo o ano de 2011;

A classe média está a ser destruída, há uma perseguição deste Governo à classe média, esta não tem direitos, não são cidadãos, só têm deveres – pagar impostos, pagar a desgraça em que o PSD-M colocou a Madeira e o Porto Santo;

A saúde e a educação em rutura total, onde falta tudo, onde este governo já não garante o essencial, não garante a saúde aos mais idosos, nem a educação às crianças e jovens.

A pobreza e a exclusão social são hoje o rosto desta governação. São o rosto da Governação de Alberto João Jardim e do PSD.

Esta moção de censura é também um aviso ao Governo da República de Passos Coelho e Paulo Portas – os Madeirenses não aceitam pagar os erros do PSD-Madeira. Os Madeirenses têm direito a ter futuro!

Hoje a Madeira Nova é o espelho da Madeira Velha, hoje este PSD transformou-se em senhorio e quer transformar os Madeirenses  e Porto-santenses em Colonos, hoje os males do passado tomaram conta do presente e teimam em matar o nosso futuro. É necessário começar do zero! É necessário devolver o sonho e a esperança aos Madeirenses e Porto-santenses.

É por isso que esta assembleia tem de devolver a palavra ao povo soberano da Madeira e do Porto Santo, não podem manter a democracia raptada por mais 3 anos. Cabe a todos e a cada Madeirense e Porto-santense decidir o seu futuro. Devolva-se a palavra e o voto ao nosso povo.

Segunda-feira, 16 de Abril de 2012

Mentir junto dos Altares I I

Estas afirmações peregrinas - "dentro de poucas semanas" vão chegar milhões à Região. Além de servir para pagar 'calotes', é o momento para "abrir concursos para novas obras"- são de um louco que não sabe o que diz. O Secretário Ventura Garcês afirmou que dos 1000 Milhões de Euros do empréstimo 500 ME iam directamente para a Banca, 306 ME para pagar a fornecedores e os restantes 194 ME eram para despesas correntes por conta do défice. Onde é que Jardim vai buscar dinheiro para "abrir concursos para novas obras"????

Mentir junto dos Altares I

Mentira de Alberto João Jardim à Porta das Igrejas - "se não tivessemos feito dívida estariamos a pagar a dívida do pais e não a nossa". É uma autentica mentira. Todos as nossas receitas fiscais ficam cá nos cofres do Governo do PSD-M, não vai um tostão para Lisboa. De Lisboa e da UE ainda vem dinheiro para a Madeira. Se não tivessemos feito dívidas a Madeira não estava n...a actual situação de falência. Quem traiu a Madeira foi o PSD-M que escondeu a dívida, mentiu aos Madeirenses, afirmou que as Sociedades de Desenvolvimento não custariam um tostão aos bolsos dos Madeirenses, afirmou que as obras que estavam a fazer eram a fundo perdido com dinheiros da União Europeia e agora mandam-nos paga-la.

Quarta-feira, 11 de Abril de 2012

Mensagem a Albuquerque.

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/politica/jardim-madeira-aviso-regiao-tvi24-alberto-joao-jardim/1339891-4072.html

«A política é uma coisa muito profissional para ser levada a sério, não pode ser
pretexto de leviandades nem arranjar empregos para quem tem medo de ficar
desempregado político».

Quinta-feira, 29 de Março de 2012

EXECUÇÃO ORÇAMENTAL DE JANEIRO E FEVEREIRO??


O Plano de Resgate referia que o Governo Regional teria que reportar estes dados ao Governo Central. Até ao momento os Madeirenses e os seus representantes ainda não tiveram acesso a estes reportes. Teria todo o interesse de saber os dados mensais da execução Orçamental de Janeiro e Fevereiro para sabermos como é que está a captação de receitas.

Sexta-feira, 9 de Março de 2012

Quebra na intenção de voto no PSD : Notícia - Grupo Marktest

Quebra na intenção de voto no PSD : Notícia - Grupo Marktest

Sondagem Escondida- QUEDA DO PSD EM 7,4%


Até Sempre


Foi com enorme consternação e profundo pesar que o PS-Madeira tomou conhecimento do falecimento, ontem, aos 65 anos de idade, da Dr.ª Maria Isabel Ferreira Coelho de Sena Lino, nossa prestigiada militante e deputada, vítima de doença prolongada.
Maria Isabel Ferreira Coelho de Sena Lino foi uma activa e exemplar cidadã que deixa uma importante e inalienável marca na sociedade madeirense. Primeiro enquanto professora em que formou e marcou muitos alunos da nossa Região; posteriormente na Política em que desempenhou diversos cargos públicos, sendo deputada em diversas legislaturas, quer na Assembleia da República, quer na Assembleia Legislativa da Madeira, tendo ainda sido vereadora na Câmara Municipal do Funchal. Em sinal da consternação e pesar de todos os socialistas e respeito pelo trabalho desempenhado pela Dr.ª Maria Isabel Ferreira Coelho de Sena Lino em prol de Portugal, da Região e do Partido Socialista, a direcção do PS-Madeira decidiu suspender as iniciativas políticas dos três próximos dias.
O Presidente do Partido
Victor Freitas

Quinta-feira, 8 de Março de 2012

"São as mulheres as primeiras a serem despedidas" | DNOTICIAS.PT

"São as mulheres as primeiras a serem despedidas" | DNOTICIAS.PT

Mafalda Gonçalves foi a porta-voz de uma conferência de imprensa, do PS-M, que serviu para comemorar o Dia da Mulher. A dirigente socialista fez questão de "saudar" as mulheres que "lutam pela igualdade" e lamentou que o Orçamento Regional para 2012 seja motivo de "apreensão" quanto ao futuro, sobretudo com as grandes diculdades que irá criar às famílias.
A garantia de "recessão" e "falência de empresas", ao longo deste ano e o inevitável aumento do desemprego, são conclusões retiradas do OR-2012 que será votado, na próxima semana,na Assembleia Legislativa.
"São as mulheres as mais atingidas, são as primeiras a serem despedidas", garante Mafalda Gonçalves que também diz que as mulheres ganham menos, pelo mesmo trabalho que os homens, além de terem mais dificudlade em arranjar emprego porque "podem engravidar".
O Orçamento Regional, segundo o PS-M, deveria reflectir mais preocupações sociais e, sobretudo, alterar as prioridades do Governo. A dirigente das Mulheres Socialistas não compreende como é possível um Governo "preferir enterrar três milhões no Jornal da Madeira do que investir nos madeirenses".

Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012

Roteiro para o crescimento

Socialistas foram recebidos pelo Grupo Blandy. FOTO TERESA GONÇALVES

PS vai propor "roteiro para o crescimento"


Victor Freitas defende apoios comunitários dirigidos às empresas


"Neste programa de ajustamento não há uma visão em relação à economia da Madeira, a não ser cortes em cima de cortes, que irão criar graves constrangimentos sociais". A conclusão é de Victor Freitas que defende que o futuro quadro comunitários de apoios deve ser dirigido às empresas, para garantir a manutenção de postos de trabalho e o crescimento da economia regional. No entanto, alerta os empresários para abandonarem o princípio da "subsídiodependência".

O PS-M quer criar um "roteiro de crescimento económico" e para isso está a ouvir empresários, de diversos sectores. Ontem, uma delegação do partido foi recebida pelo presidente do Grupo Blandy, Michael Blandy, com quem abordou a vertente das exportações, no mercado do turismo e dos vinhos.

Victor Freitas destacou a necessidade de ser avaliada a oferta turística, nomeadamente ao nível da alteração sofrida pela paisagem da Região e dos produtos que são apresentados.

O facto de grande parte dos turistas que visitam a Madeira terem mais de 55 anos obriga, segundo o líder socialista, a adaptar a oferta de produtos e programas turísticos.

Em relação Vinho Madeira aponta a necessidade de apoiar as empresas exportadoras, nomeadamente ao nível dos transportes.
O PS-M vai prosseguir os contactos com empresas de transportes, hotelaria e de outras áreas.