quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

CANDIDATURA DE VICTOR FREITAS À PRESIDÊNCIA DO PS-MADEIRA

http://victorfreitas2009.blogspot.com

quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

GRAVES DECLARAÇÕES DO APOIANTE NÚMERO 1 DA CANDIDATURA DE JACINTO SERRÃO NA ALM

XIVCONGRESSO DO PS-MADEIRA

CANDIDATURA DE VÍCTOR FREITAS

Comunicado

GRAVES DECLARAÇÕES DO APOIANTE NÚMERO 1 DA CANDIDATURA DE JACINTO SERRÃO NA ALM


Aquele que é actualmente o apoiante mais empenhado da candidatura de Jacinto Serrão proferiu hoje graves declarações na ALM que põem em causa a autonomia do Partido Socialista - Madeira.

Aquelas declarações são tanto mais graves porquanto o referido apoiante é cumulativamente Presidente do Grupo Parlamentar e do Partido, condição que não pode ser confundida com a de militante, essa sim, que lhe permite opinar livremente sobre qualquer candidatura, o que não foi o caso.

As referidas acusações, pela sua gravidade, merecem o mais profundo repúdio de quem pugna pela autonomia do PS-M.

Objectivamente, servem o PSD, diminuem PS-M e a candidatura que, com parcialidade, visaram favorecer.

Pior, as afirmações produzidas revelam a intenção de desviar as atenções do total desnorte político que levou o Grupo Parlamentar do PS-M a votar ao lado das alterações propostas pelo PSD à Lei das Finanças Regionais, contra o que havia sido decidido em reunião da bancada parlamentar do PS-M.

As declarações de João Carlos Gouveia no parlamento, pois é dele que se trata, revelam ainda que a candidatura de Jacinto Serrão substituirá o vazio de ideias e de propostas por ataques ao candidato Víctor Freitas.

É grave que o referido apoiante de Jacinto Serrão, ainda Presidente do Partido, tenha quebrado a isenção a que está obrigado e tenha levado o Congresso do PS-M para o Assembleia Legislativa da Madeira e tenha trazido o líder do PSD para dentro do PS-M.

Apresentaremos propostas aos socialistas e é nelas que vamos centrar o debate para o Congresso. Não nos deixaremos arrastar para o ataque pessoal de quem não tem propostas.



Funchal, 22 de Outubro de 2009

quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

Estatuto Político-Administrativo da RAM


Lei nº 130/99 de 21 de Agosto
Primeira revisão do Estatuto Político-Administrativo da
Região Autónoma da Madeira

Artigo 33.º
Preenchimento de vagas

1 - O preenchimento das vagas que ocorrerem na Assembleia Legislativa Regional, bem como a substituição temporária de deputados legalmente impedidos do exercício de funções, são assegurados, segundo a ordem de precedência indicada na declaração de candidatura, pelos candidatos não eleitos da respectiva lista.

A HORA DA PALAVRA


quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

SILÊNCIO....


Quando a Constituição da República Portuguesa é suspensa na Madeira;

Quando um Deputado é Agredido;

Quando as elementares regras democráticas são violadas;

Quando não se cumpre a Lei da neutralidade e imparcialidade dos titulares de órgão públicos nas campanhas eleitorais;

Quando se fazem inaugurações eleiçoeiras em período de campanha;

Quando há intimidação política;

Sente-se um silêncio insurtecedor por parte do Presidente da República e dos Órgãos de Soberania eu pergunto até quando?

sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

RESULTADOS ELEITORAIS 2005-RAM


PS AVANÇA, PSD ESTAGNA


O PS disparou na sondagem feita pela Intercampus para o PÚBLICO, a TVI e o Rádio Clube Português. Os socialistas obtêm 38 por cento das intenções de voto, entrando assim numa aproximação clara da barreira dos 40 por cento, pelo que é possível ainda a Sócrates repetir a maioria absoluta.
A subida do PS coloca-o a oito pontos percentuais do PSD que surge com 29,9 por cento. Mas enquanto o PS, na sondagem publicada no sábado dia 25, tinha um resultado bem mais baixo do que agora, ou seja 32,9 por cento, o PSD obtinha apenas menos duas décimas das intenções de voto, 29,7 por cento.A conquista de mais 5,1 por cento das intenções de voto pelo PS nesta sondagem, cujo trabalho de campo decorreu entre 21 e 23 de Setembro e que contemplou 1006 inquiridos, através do método de sondagem da simulação do voto em urna fechada, foi principalmente conseguida à custa do BE, mas também do PCP.
Já o CDS sobe. Havendo ainda significativas alterações ao nível das intenções de votar noutro partido, em branco ou nulo, bem como no que se refere aos inquiridos que se recusam a responder ou dizem não saber ou não querer responder. Assim, o BE surge com 9,4 por cento das intenções de voto, quando da sondagem anterior da Intercampus, publicada a 19 de Setembro obtinha 12 por cento. O BE desce assim numa semana 2,6 por cento das intenções de voto.O PCP desce também. Agora, obtém 8,4 por cento das intenções de voto, quando há uma semana tinha 9,2 por cento. Os comunistas perdem assim 0,8 por cento das intenções de voto.Baixa também substancialmente o número de inquiridos que declaram votar noutros partidos, que votarão em branco ou anularão o seu boletim de voto. A projecção dos resultados desta sondagem apontam para 6,6 por cento de respostas que se agrupam nesta situação, enquanto há uma semana havia 9,2 por cento de intenções de voto num partido não parlamentar, em branco ou nulo.A percentagem de pessoas que não respondem ou que dizem não saber onde irão votar aumentou de forma significativa. Agora são 13,2 dos inquiridos, enquanto na sondagem de 25 de Setembro estas respostas foram dadas apenas por 8,9 por cento dos inquiridos. Ou seja, há um aumento de 4,3 do que vulgarmente se chama de indecisos.Por sua vez, se aumentou o número de inquiridos que não respondem ou dizem que não sabem em quem vão votar, aumentou também o número dos que que assumem que vão, de certeza, votar. Nesta categoria, há uma semana, estavam 71,8 por cento; agora estão 74,4 por cento. Inversamente, baixou significativamente a percentagem de inquiridos que responde “não estou a pensar ir votar”. Este grupo de respostas está nos 7,7 por cento, quando a 25 de Setembro era de 10,6 por cento.A percentagem de respostas que diz “em princípio não tenho intenção de ir votar, mas é possível que venha a decidir votar” sobe ligeiramente, de 3,3 para 3,5 por cento. Tendência para descer tem também a resposta que afirma “tanto posso decidir votar como posso decidir não votar”, que se queda agora em 6 por cento, quando era de 6,4 por cento.A subir está também a percentagem de inquiridos que afirmava que “em princípio tenho intenção de ir votar, mas é possível que venha a decidir não votar”. No dia 25 de Setembro apenas 7,8 por cento das pessoas se identificava com esta posição e agora esta percentagem sobe para 8,5 por cento.

quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

A CAMINHO DA VITÓRIA!


PELO FUTURO DA MADEIRA

“defendemos uma autonomia dialogante com todos aqueles que são os nossos parceiros e não uma autonomia de insultos”

Bernardo Trindade assegurou esta quarta-feira que o seu compromisso político é com a Madeira, na busca de soluções, por uma autonomia dialogante e sem insultos, “defendemos uma autonomia dialogante com todos aqueles que são os nossos parceiros e não uma autonomia de insultos”, declarou durante o comício realizado esta quarta-feira na Praça do Município no Funchal, perante centenas de militantes e simpatizantes.
“Eu não posso, lançar pedras para a República e no dia a seguir, pedir que me ajudem a pagar o hospital; eu não posso mandar pedras para Lisboa e no dia a seguir, pedir que aumentem o endividamento para além dos 256 milhões de euros do programa Pagar a Tempo e Horas; eu não posso mandar pedras para Lisboa e no dia a seguir, pedirem para que resolva o problema dos transportes da Madeira; eu não posso mandar pedras para Lisboa e no dia a seguir, telefonarem-me para que resolva o problema do turismo da Madeira”, sublinhou. O cabeça de lista do Partido Socialista madeirense às eleições legislativas de domingo, acusou ainda o PSD/M de dirimir apenas com os argumentos de quem é fraco, designadamente o financeiro, o da maledicência e o do insulto permanente, “durante esta campanha eleitoral, à falta de melhor, elegeram este vosso camarada afirmando que se tratava de um traidor. Aquilo que vos digo, olhos nos olhos, é que sempre servi a Madeira, nunca me servi da Madeira e do Orçamento da Madeira; o meu ordenado é fruto do meu trabalho, eu não vivo de avenças, eu não vivo dependente do Governo Regional, eu não vivo dependente da Câmara Municipal, eu vivo sobretudo para servir a Madeira”.

Bernardo Trindade realçou ainda que o “PS é o partido da autonomia e que não recebe lições de ninguém sobre o que é ser autonomista”, recordando que, em 1976, foi uma maioria parlamentar do PS na Assembleia da República, que consagrou as autonomias da Madeira e dos Açores; que um Governo liderado por Mário Soares fez a primeira transferência de competências para a Região no âmbito da Saúde; que o Governo de António Guterres fez a clarificação do relacionamento financeiro entre o Estado e as regiões autónomas “depois da asfixia dos executivos de Cavaco Silva e Manuela Ferreira Leite”.
“Foi um governo do PS, liderado por António Guterres, que pagou a dívida da Madeira e dos Açores criando condições de sustentabilidade para os madeirenses e portosantenses”.
Por seu lado, o presidente do PS-M, João Carlos Gouveia, apelou na sua intervenção a todos os madeirenses e portosantenses para concentrarem os votos nos socialistas “queremos deputados na Assembleia da República que defendam os interesses dos madeirenses e que exijam aos ministérios mais directamente relacionados com as funções de soberania na região um maior investimento e melhores serviços”.
O comício teve ainda a participação do líder da JS-M e candidato a deputado à Assembleia da República, Orlando Fernandes, a mandatária da candidatura de Bernardo Trindade, Luísa Clode, e do candidato à presidência da Câmara Municipal do Funchal, Rui Caetano.

terça-feira, 22 de Setembro de 2009

A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA NÃO QUER OUVIR FERNANDO LIMA, COM URGÊNCIA????

A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA NÃO QUER OUVIR FERNANDO LIMA, COM URGÊNCIA???? NENHUM PARTIDO QUER OUVIR FERNANDO LIMA NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA?
in DN
Cronologia
23 de Abril de 2008 - Luciano Alvarez envia um mail ao correspondente na Madeira, Tolentino da Nóbrega, a pedir-lhe que investigue a presença do assessor do primeiro-ministro, Rui Paulo de Figueiredo, na comitiva de Cavaco Silva quando este visitou a Madeira. Nesse mail, o editor de Política do Público refere que se encontrou com o assessor de Cavaco Silva, Fernando Lima, a pedido do próprio Presidente que achava "que o gabinete do primeiro-ministro o anda a espiar". E refere que Lima lhe entregou um dossier sobre Rui Paulo de Figueiredo.
5 de Maio de 2008- Tolentino Nóbrega responde a Luciano, depois "de contacto telefónico", que tudo "não passa de paranóia do PR & Lima". O jornalista refere uma série de contactos oficiais na Madeira e a visualização de documentos, concluindo que a presença Rui Paulo de Figueiredo estaria dentro das regras protocolares e com conhecimento da Presidência da República. Pelo que, considera, a história não tem pernas para andar.
18 de Agosto de 2009- O Público faz manchete com o seguinte título: "Presidência suspeita de estar a ser vigiada pelo Governo". A peça, assinada pela jornalista São José Almeida, cita um membro da Casa Civil do Presidente da República: "Estarão os assessores da Presidência ser vigiados?" A desconfiança terá surgido porque foram publicadas notícias a dar conta de que assessores do Presidente estavam a colaborar na elaboração do programa de Governo de Manuela Ferreira Leite.José Sócrates classifica a notícia como "disparates de Verão". Belém fica em silêncio.
19 de Agosto de 2009- O jornal faz, desta vez, referência a Rui Paulo de Figueiredo. Na peça, assinada por São José Almeida e Luciano Alvarez, diz-se que "o que criou mais desconforto na Casa Civil do Presidente foi o facto de o gabinete do primeiro-ministro ter incluído na comitiva presidencial um adjunto de José Sócrates, sem nenhuma explicação natural.
20 de Agosto de 2009-O socialista Francisco Assis desafia Cavaco Silva a calar os assessores que tenham levantado suspeitas sobre espionagem.

13 de Setembro de 2009 - O provedor dos Leitores do Público, Joaquim Vieira, escreve sobre o assunto nas páginas do jornal. Num comentário crítico, refere que toda a informação recolhida por Tolentino de Nóbrega na Madeira não foram incluídas nos artigos publicados em Agosto sobre a alegada espionagem a Belém por parte de São Bento